“Num país em que o deficit de profissionais adequadamente treinados em Emergência, Urgência e Medicina Intensiva é marcado, torna-se assim crucial, para a prestação de cuidados de saúde de qualidade às populações, a discussão alargada destas questões. Trata-se de um tema atual, à luz dos recentes acontecimentos vividos em vários hospitais portugueses, onde por vezes não é fácil estabelecer as fronteiras entre estas importantes áreas da medicina humana”, explica o Dr. Antero Fernandes a propósito do mote do congresso.

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11 Maio, 2015